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  • agosto 16, 2021

O que está faltando e por onde devemos avançar para trabalhar o S do ESG?

Além de tirá-lo da sombra do aspecto E, as empresas e fundos precisam debater o S sob os ângulos que mais importam para a melhoria da nossa sociedade

Para introduzir o assunto, vale começarmos com dados que orientam o nosso olhar sobre o S do ESG:

No Brasil, 1% da população adulta detém 28% da renda, e 10% tem 55,5%. Para os 50% mais pobres, sobram 13%.

O Brasil é o 7º país mais desigual do mundo, atrás apenas de nações africanas.

47% dos brasileiros não têm acesso a sistemas de esgotamento sanitário e 16%, à água tratada.

Em São Paulo, cidade mais rica do Brasil, a diferença de expectativa de vida entre dois bairros chega a 14 anos.

A imagem abaixo mostra a pirâmide de renda da população (antes da pandemia):

 — Foto: FGV Social a partir de microdados da PNADC e da PNAD/Covid

— Foto: FGV Social a partir de microdados da PNADC e da PNAD/Covid

Esses dados retratam um pouco do triste quadro social do Brasil, marcado por profundas desigualdades.

É claro que esse é um problema que, para ser resolvido, precisa de ações em diversas frentes, e por parte de vários atores: governo, empresas, fundos, ONGs, sindicatos, sociedade civil.

Entre empresas e fundos de investimentos, que são os espaços por onde o Quintessa mais circula no dia-a-dia, vemos, felizmente, um crescimento constante da importância da pauta ESG. No entanto, enquanto o aspecto Environment (Ambiental) é contemplado por inúmeros compromissos de net-zero e similares, as ações e metas para o aspecto Social, em grande parte, ficam em dois campos: (i) aumentar a diversidade no quadro de funcionários e (ii) ações de responsabilidade social.

Em relação ao ponto (i), que tem sido o mais amplamente trabalhado, temos profundo respeito por essa pauta, mas nos parece que ela não é suficientemente capaz de dar uma resposta efetiva em um prazo razoável para os indicadores urgentes que trouxemos no início do texto.

Em relação ao ponto (ii), apesar dessas ações serem essenciais para milhões de pessoas impactadas, elas não fazem com que as empresas gerem desenvolvimento social no seu core (atividade principal).

Em suma: na nossa opinião, se as empresas e fundos querem tratar o S com a seriedade que merece, e que precisamos como sociedade, o foco de ação tem que amadurecer.

Onde deveria, então, estar o foco das empresas e dos fundos ESG?

Vamos trazer algumas perguntas que podem parecer óbvias, mas que são complexas de serem trabalhadas, e que acreditamos serem importantes para levar à construção de um S mais maduro e integrado com o crescimento das empresas.

Este é um trecho da coluna de Anna de Souza Aranha, diretora do Quintessa, no Um Só Planeta. Este texto foi escrito em co-autoria com João Ceridono.

LEIA O TEXTO COMPLETO NO UM SÓ PLANETA 

  • agosto 16, 2021
  • 4:11 pm
  • ESG e Sustentabilidade, Textos

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